O vácuo de 2018

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O vácuo de 2018

A continuar a “lava jato” investigando e avançando sobre a classe política no Brasil, tudo acena que para as eleições de 2018 não teremos opções para votar.
Por um lado é bom, pois dessa forma teremos realmente a renovação da velha política brasileira, aonde a operação lava jato veio corroborar a tese de que o poder gera o poder de continuar no poder. Ou seja, para bons entendedores meia palavra basta – a frase vem de encontro a tudo que já sabemos, mas não tínhamos como comprovar.

E dessa forma, a presidência da República cai de bandeja no colo do atual prefeito de São Paulo João Dória, que na realidade, em função dessa falta de opções já nas eleições passadas, conseguiu se “fazer” em menos de um ano, na maior cidade do país. E de quebra, ainda se elegeu de forma inédita no primeiro turno. Tá certo que no passado ele já fez parte desse meio como ministro, mas nunca tinha tido um cargo eletivo.

E aí surge uma ameaça que nós amazonenses não estamos nos atentando. São Paulo é um dos maiores inimigos da nossa Zona Franca, tanto é que Serra, já fazia declarações nesse sentido no passado. E como será a cabeça do candidato número um à presidência hoje, pelo “andar da carruagem”?

Tudo isso nos leva novamente a repensar o Plano B para a nossa região, pois todos sabemos que o modelo de protecionismo é um “modus operandi” falido no mundo inteiro.
Cidades industriais ao redor do mundo quebraram, após perderem essa garantia. Aliás, a nossa suposta segurança por mais 50 anos, pode ir se dissolvendo em pequenas canetadas em Brasilia.

Pois é, movimentos urgentes são importantes para levantarmos essa poeira, para que no futuro possamos garantir, transitar o modelo e o mais importante: sobrevivermos.

2017-03-25T21:40:17+00:00 março 25, 2017|0 Comments

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